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Balança comercial tem superávit de US$ 639 milhões na terceira semana de março

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Balança comercial tem superávit de US$ 639 milhões na terceira semana de março

22-03-2016 09:12

A balança comercial da terceira semana de março, com cinco dias úteis, registrou superávit de US$ 639 milhões, resultado de exportações de US$ 3,459 bilhões e de importações de US$ 2,820 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 9,913 bilhões e as importações, US$ 7,208 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,705 bilhões. Os dados foram divulgados hoje pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
 
Na terceira semana de março, a média diária das exportações foi de US$ 691,9 milhões, 3,5% abaixo da média verificada até a segunda semana do mês (US$ 717,1 milhões) – em razão de produtos semimanufaturados (-17,6%), especialmente ouro em forma semimanufaturada, açúcar em bruto, celulose, couros e peles, semimanufaturados de ferro e aço e madeira serrada ou fendida – e de manufaturados (-14,4%), por conta de automóveis de passageiros, centrifugadores e aparelhos para filtrar ou depurar, aviões, óxidos e hidróxidos de alumínio, polímeros plásticos, açúcar refinado, máquinas e aparelhos para terraplanagem. Por outro lado, cresceram as exportações de básicos (10,7%), com destaque para soja em grãos, minério de ferro, carne de frango e bovina, café em grãos, trigo em grãos.
 
Do lado das importações, a média diária da terceira semana de março (US$ 564,1 milhões) foi 15,7% acima da verificada até a segunda semana do mês (US$ 487,5 milhões) explicada, principalmente, pelo aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, produtos plásticos, adubos e fertilizantes, instrumentos de ótica e precisão, siderúrgicos.
 
Mês
A média diária das exportações até a terceira semana de março (US$ 708,1 milhões) é 8,3% menor que a registrada em março do ano passado (US$ 771,8 milhões). Nesse comparativo, houve queda nas vendas de produtos das três categorias: semimanufaturados (-17,5%) – principalmente, ferro fundido, semimanufaturados de ferro e aço, açúcar em bruto, couros e peles, celulose, ferro-ligas – ; manufaturados (-6,8%) – por conta de motores para automóveis, laminados planos de ferro e aço, autopeças, motores e geradores elétricos, óxidos e hidróxidos de alumínio, bombas e compressores, veículos de carga, aviões – e básicos (-5,4%), especialmente minério de cobre, minério de ferro, petróleo em bruto, farelo de soja, café em grãos. Em relação a fevereiro de 2016, houve crescimento de 0,8%, como resultado do aumento nas vendas de produtos básicos (17,2%). Por outro lado, caíram as exportações de produtos semimanufaturados (-23,2%) e manufaturados (-5,2%).
 
Pelo lado importações, a média diária até a terceira semana de março foi de US$ 514,8 milhões, 31,4% abaixo da média de março de 2015 (US$ 750,8 milhões), em especial por: gastos de siderúrgicos (-44%), combustíveis e lubrificantes (-41,4%), equipamentos elétricos e eletrônicos (-41,6%), veículos automóveis e partes (-40,7%), químicos orgânicos e inorgânicos (-30,3%) e equipamentos mecânicos (-29,9%). Na comparação com fevereiro de 2016, que registrou média diária de US$ 542,4 milhões, houve queda nas importações de 5,1%, impactada pelas aquisições de combustíveis e lubrificantes (-24,3%), farmacêuticos (-20,7%), químicos orgânicos e inorgânicos (-10,6%), instrumentos de ótica e precisão (-5,3%), equipamentos mecânicos (-1,2%). 
 
Ano
Até a terceira semana de março, as exportações totalizaram US$ 34,504 bilhões e as importações US$ 27,835 bilhões, gerando um superávit US$ 6,669 bilhões e revertendo o déficit registrado no mesmo período de 2015, de US$ 6,283 bilhões. As exportações acumularam média diária de US$ 651 milhões, valor 5,1% menor que o verificado no mesmo período de 2015 (US$ 685,7 milhões). Já as importações apresentaram desempenho médio diário de US$ 525,2 milhões, 34,5% abaixo do registrado no mesmo período de 2015 (US$ 802 milhões). No ano, a corrente de comércio soma US$ 62,338 bilhões, com desempenho médio diário de US$ 1,176 bilhão, 20,9% menos que o verificado em 2015 (US$ 1,487 bilhão).
 
Fonte: Site MDIC
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