Conheça o WTM Finance! Solicite Fechamento de Câmbio de sua Empresa via WhatsApp

Com ajuda externa, dólar fecha em baixa após saltar mais de 9% em apenas 5 pregões

Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on skype
Share on email
Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on skype
Share on email

Por José de Castro

SÃO PAULO (Reuters) – O dólar fechou em queda nesta sexta-feira, após cinco altas consecutivas, mas ainda acumulou valorização em uma semana marcada pela aproximação do patamar de 6 reais, depois de renovadas tensões políticas e de corte mais intenso nos juros.

Sinais mais amigáveis entre China e EUA sobre um acordo comercial deram argumentos para alguma realização de lucros nesta sessão, na qual o dólar também caía no exterior.

Os principais representantes comerciais dos Estados Unidos e da China discutiram a Fase 1 de seu acordo comercial nesta sexta-feira, e o país asiático disse que concorda em melhorar a atmosfera para sua implementação, enquanto os EUA disseram que os dois lados esperam que as obrigações sejam cumpridas.

A notícia amenizou temores de que o governo Trump pudesse adotar novas medidas contra a China, segundo Washington, por causa da maneira como o país asiático lidou com o início do surto do coronavírus –que se espalhou pelo mundo, tem destruído empregos e deve provocar a maior recessão em décadas na economia global.

Mas, pelo menos no Brasil, qualquer alívio no câmbio é visto com desconfiança por alguns no mercado, diante da percepção de que as variáveis ainda apontam um real sob pressão.

“Embora o real esteja com excesso de depreciação sob todas as nossas métricas de avaliação, a dinâmica está nos forçando a dispensar agora qualquer previsão no curto prazo”, disse o BNP Paribas (PA:BNPP) em nota a clientes.

Lembrando a decisão do Copom nesta semana de cortar a Selic em intensidade ainda mais forte que a esperada –o que pressionou mais o câmbio–, os estrategistas do banco francês Gabriel Gersztein e Samuel Castro dizem que uma moeda tão fraca numa economia tão fechada como a brasileira beneficiaria apenas as contas do governo e exportadores de materiais básicos.

Eles concluem que, no fim, tamanha debilidade do real pode não ser boa para a economia. Uma economia já abalada é citada como elemento a prejudicar o câmbio, já que oferece poucos atrativos para ingresso de capital externo que poderia aumentar a oferta de dólar.

“A menos que a autoridade monetária não continue intervindo, o risco final continua sendo uma fuga desordenada de capital de locais, em nossa opinião”, disseram Gersztein e Castro.

No fechamento das operações locais no mercado à vista, o dólar caiu 1,71%, a 5,7401 reais na venda.

Na véspera, a cotação se aproximou de 5,90 reais e encerrou em novo recorde histórico nominal.

Nesta semana, a divisa subiu 5,56%.

O dólar se apreciou bem mais de 1% em cada um dos últimos cinco pregões, período no qual acumulou um salto de 9,05%.

Na B3, o dólar futuro cedia 1,66%, a 5,7490 reais, às 17h03 desta sexta-feira.

O real cai 30,09% em 2020, pior desempenho global. A moeda brasileira tem a performance mais fraca também desde meados de março, quando ativos financeiros no mundo começaram a se recuperar da liquidação iniciada semanas antes por causa da escalada da crise do Covid-19.

Fonte: br.Investing.com

Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on skype
Share on email

Fale com um Consultor

Quer ter acesso a materiais gratuitos?

Cadastre-se em nossa Newsletter:

  • Este campo é para fins de validação e não deve ser alterado.

Informe os dados abaixo para receber um diagnóstico sem compromisso direto em seu WhatsApp!

Ligamos pra você!

Informe seus dados de contato para receber a ligação de um dos nossos consultores nos próximos minutos.

  • Este campo é para fins de validação e não deve ser alterado.