Conheça o WTM Finance! Solicite Fechamento de Câmbio de sua Empresa via WhatsApp

Desalinhamento cambial se estabiliza após queda até junho, mostra FGV

Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on skype
Share on email
Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on skype
Share on email

Por José de Castro

SÃO PAULO (Reuters) – O desalinhamento negativo da taxa de câmbio no Brasil diminuiu em junho ante meses anteriores, segundo atualização de estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV) após a divulgação do PIB brasileiro do segundo trimestre, mas desde então esse desvio deve ter se estabilizado, sem nova redução substancial.

A taxa de câmbio efetiva real de equilíbrio ficou em junho 23,9% abaixo da sugerida pelos fundamentos. Em maio, o desvio era de 32,6%, contra 34,7% em abril e 35,5% em março –este um dos maiores desde a década de 1980.

Em 2020, o desalinhamento médio está em 22,0%. A taxa de câmbio fechou 2019 com desvio médio positivo de 6,3% –ou seja, ficou 6,3% acima do apontado pelos fundamentos, segundo o estudo elaborado por Emerson Marçal e Oscar Simões.

“A incerteza fiscal e política tem influenciado no desvio negativo em 2020”, disse Marçal em entrevista à Reuters, destacando ainda os efeitos da pandemia na economia.

Segundo ele, depois de três meses de redução no desvio negativo para o câmbio, essa medida deve ter se estabilizado perto dos patamares vistos no fim de junho.

“Não vejo nenhuma grande variação no fundamento, tomando como base dados novos que já saíram. O que pode mudar é o câmbio real efetivo, que está andando meio de lado neste trimestre”, disse, expressando algum ceticismo quanto a aprovação de alguma “grande reforma” no país no curto prazo.

Dentre inúmeras variáveis que podem afetar a taxa de câmbio real efetiva está a inflação, que mais recentemente voltou a acelerar no atacado.

Segundo Marçal, uma extensão desse movimento para os preços ao consumidor pode valorizar o câmbio real, reduzindo o desalinhamento cambial, mas para isso seria preciso que a taxa nominal e a sugerida pelos fundamentos econômicos não se deteriorassem.

Desde o fim de junho, o dólar acumula queda nominal de 2,5% ante o real. Em 2020, contudo, a moeda dispara 32,1%, o que faz do real a divisa de pior desempenho global neste ano.

Fonte: Read More

Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on skype
Share on email

Fale com um Consultor

Quer ter acesso a materiais gratuitos?

Cadastre-se em nossa Newsletter:

  • Este campo é para fins de validação e não deve ser alterado.

Informe os dados abaixo para receber um diagnóstico sem compromisso direto em seu WhatsApp!

Ligamos pra você!

Informe seus dados de contato para receber a ligação de um dos nossos consultores nos próximos minutos.

  • Este campo é para fins de validação e não deve ser alterado.