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Dólar cai 1% ante real com apetite por risco global; investidores digerem ata do Copom

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Por Luana Maria Benedito

SÃO PAULO (Reuters) – O dólar operava em queda de cerca de 1% contra o real na manhã desta terça-feira, em meio a maior apetite por risco no exterior após sinais de cortes na produção mundial de petróleo, enquanto no cenário local a ata da última reunião de política monetária do Copom veio dentro das expectativas do mercado.

Às 10:46, o dólar recuava 1,14%, a 5,7578 reais na venda, enquanto o dólar futuro de maior liquidez tinha queda de 1,11%, a 5,7605 reais.

Na mínima do dia, a divisa norte-americana à vista foi a 5,7500 reais na venda, queda de 1,2%.

“O dia amanheceu meio tenso, mas o que virou o mercado (global) foi o anúncio da Rússia sobre corte na produção de petróleo, seguindo a linha da Arábia Saudita”, disse à Reuters Jefferson Laatus, sócio fundador do grupo Laatus. “Isso impulsiona o petróleo e tira a pressão (de alta) do dólar no mundo.”

Nesta terça-feira, uma autoridade sênior da Rússia disse à Reuters que a principal região exploradora de petróleo do país reduzirá a produção em 15% este ano, em linha com um pacto para cortar a oferta global da commodity.

Os preços do petróleo já avançavam nesta terça-feira antes mesmo da notícia, impulsionados por um inesperado comprometimento da Arábia Saudita com maiores cortes de produção em junho.

Nos mercados internacionais, acompanhando a alta do petróleo, divisas emergentes e ligadas a commodities — como lira turca, rand sul-africano e dólar australiano — subiam contra o dólar.

Enquanto isso, no cenário doméstico, o Banco Central divulgou nesta terça-feira a ata da última reunião de política monetária do Copom, que, apesar de mostrar perspectivas sombrias para a atividade e possibilidade de mais cortes de juros, teve impacto limitado sobre os movimentos do câmbio.

“Internamente, o mercado olhou para a ata do Copom e não viu nenhuma novidade. Tudo estava precificado, até mesmo sinalização de outro corte de juros”, disse Jefferson Laatus.

Na última reunião de política monetária, o BC cortou a taxa Selic a nova mínima histórica de 3%, medida que elevou a pressão sobre o real, que já sofre em meio a cenário econômico sombrio e política local incerta.

Apesar da queda desta terça-feira — segunda sessão de perda em 8 pregões –, o dólar acumula alta de cerca de 43% contra o real no ano de 2020, e as perspectivas para a moeda brasileira seguem pessimistas.

Em nota, o Itaú BBA afirmou que rebaixou as previsões para o desempenho do real este ano, citando “risco de maior deterioração fiscal, contração mais acentuada na atividade econômica e taxa de juros mais baixa”.

A moeda norte-americana à vista fechou o último pregão em alta de 1,47%, a 5,8242 reais na venda.

Fonte: br.investing.com

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