Conheça o WTM Finance! Solicite Fechamento de Câmbio de sua Empresa via WhatsApp

Dólar cai em ajuste a alta da véspera, mas volatilidade segue no radar

Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on skype
Share on email
Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on skype
Share on email

Por José de Castro

SÃO PAULO (Reuters) – O dólar operava em queda na manhã desta quinta-feira, com o real liderando os ganhos entre as principais moedas, num ajuste após a divisa figurar entre os piores desempenhos nos últimos dias, mas as operações seguiam vulneráveis a volatilidade em meio a um clima de cautela no exterior.

Às 9:30, o dólar recuava 0,42%, a 5,3610 reais na venda.

Na B3, o dólar futuro tinha queda de 0,36%, a 5,3550 reais.

No exterior, o índice do dólar frente a uma cesta de rivais tinha ligeira alta de 0,08%.

Na quarta, o real foi destaque negativo em dia de queda global do dólar, com analistas comentando que a divisa brasileira mais uma vez foi alvo do trade “compra de bolsa/compra de dólar”, reflexo da demanda do mercado por proteção a posições no mercado de ações.

O dólar subiu 0,66% na quarta, enquanto o Ibovespa avançou 1,34%, seguindo o bom humor externo.

O dólar oscilou ao longo da quarta entre altas e baixas, o que tem se tornado um padrão nas últimas semanas, num contexto em que o câmbio varia de forma errática e sofre viradas repentinas.

“No final de tudo, carrego baixo, fiscal ruim e político sempre incerto juntos afastam o fluxo dos investidores pelo lado financeiro e tornam o dólar/real o hedge óbvio para qualquer coisa. Por isso esse comportamento tão ruim”, disse Leonardo Monoli, gestor no Opportunity Total.

Dados do Banco Central divulgados na quarta-feira revelaram acentuada piora nas saídas de recursos do Brasil nos últimos dias. O fluxo cambial ficou negativo em quase 2 bilhões de dólares apenas na semana passada, elevando o déficit de julho a 2,376 bilhões de dólares. No ano, a debandada é de quase 15 bilhões de dólares.

As saídas de capital afetam a liquidez do mercado, contribuindo para o intenso vaivém nas cotações percebido nas últimas semanas.

Nesta quinta, o tom de maneira geral é mais cauteloso nos mercados globais, o que mantinha o risco de volatilidade no câmbio. Dados de varejo na China vieram piores que o esperado e ofuscavam o crescimento acima do esperado na atividade econômica no segundo trimestre.

Além disso, a escalada de tensões entre EUA e China voltava a preocupar. A Casa Branca disse na quarta-feira que não descarta novas sanções contra as principais autoridades chinesas como forma de punir Pequim pela forma como lida com Hong Kong. A China disse que responderá às táticas de “bullying” de Washington, mas que seguirá com a Fase 1 do acordo comercial acertado entre os países no ano passado.

No plano doméstico, analistas mantinham as atenções na retomada das discussões sobre a reforma tributária. Na véspera, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o projeto está pronto e espera apenas o processamento político.

Na terça, o presidente da Câmara do Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou na terça-feira que a Casa iria retomar a discussão sobre a reforma tributária.

Fonte: Read More

Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on skype
Share on email

Fale com um Consultor

Quer ter acesso a materiais gratuitos?

Cadastre-se em nossa Newsletter:

  • Este campo é para fins de validação e não deve ser alterado.

Informe os dados abaixo para receber um diagnóstico sem compromisso direto em seu WhatsApp!

Ligamos pra você!

Informe seus dados de contato para receber a ligação de um dos nossos consultores nos próximos minutos.

  • Este campo é para fins de validação e não deve ser alterado.