Conheça o WTM Finance! Solicite Fechamento de Câmbio de sua Empresa via WhatsApp

Dólar corrige para cima após quedas recentes

Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on skype
Share on email
Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on skype
Share on email

Por José de Castro

SÃO PAULO (Reuters) – O dólar ajustou para cima nesta quinta-feira, depois de dias de fortes quedas, com as operações locais seguindo uma correção também entre moedas emergentes e nos mercados de ações após rali recente.

O dólar interbancário subiu 0,89%, a 5,1315 reais na venda. Ao longo da sessão, oscilou entre alta de 1,10% (para 5,1424 reais) e queda de 1,20% (a 5,0254 reais).

Na B3, o dólar futuro ganhava 1,33%, a 5,1390 reais, às 17h05.

A alta veio depois de sucessivas quedas. Apenas nos três primeiros pregões de junho o dólar à vista cedeu 4,76%. No intervalo de 11 sessões até a véspera, a divisa caiu 11,71%.

Nesta quinta moedas emergentes pares do real, como peso mexicano, rublo russo e sol peruano –entre as que mais se valorizaram recentemente–, também recuavam.

A queda recente do dólar foi atribuída a desmonte de posições excessivamente vendidas em real na esteira da melhora do ambiente externo com farta liquidez e de percepção de maior atenção do Banco Central ao câmbio.

O dólar caiu em todo o mundo no período, mas a magnitude do movimento tem alimentado debates sobre os fundamentos do otimismo que catapultou mercados de risco a máximas desde março.

“Economias estão reabrindo, os números do vírus não estão explodindo, a União Europeia parece estar elaborando um plano para evitar o pior. Mas existem riscos ocultos em segundo plano, inclusive a situação EUA-China e um cenário de Covid ainda frágil nos mercados emergentes (e nos EUA)”, disseram analistas do Bank of America, ao analisarem aparente desconexão entre a queda do dólar e rali de moedas de risco e os indicadores econômicos.

“É difícil impedir a narrativa predominante, mas, ao mesmo tempo, é importante não ser complacente, à medida que crescem as desconexões entre a ação dos preços e os fundamentos”, acrescentaram.

No caso brasileiro, a crise do coronavírus é vista como um dos fatores de maior risco ao país no momento, conforme o número de casos e mortes pela Covid-19 bate seguidos recordes diários e alguns Estados começam a reabrir economias, mas sob risco de segunda onda de contágio em meio a um sistema de saúde ainda fragilizado –o que poderia atrasar a posterior recuperação econômica.

Fonte: Read More

Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on skype
Share on email

Fale com um Consultor

Quer ter acesso a materiais gratuitos?

Cadastre-se em nossa Newsletter:

  • Este campo é para fins de validação e não deve ser alterado.

Informe os dados abaixo para receber um diagnóstico sem compromisso direto em seu WhatsApp!

Ligamos pra você!

Informe seus dados de contato para receber a ligação de um dos nossos consultores nos próximos minutos.

  • Este campo é para fins de validação e não deve ser alterado.