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Dólar inverte sinal no final do dia e sobe ante rivais, com busca por segurança

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O dólar inverteu a direção no final da tarde desta terça-feira, 11, em Nova York, em meio a uma liquidação nas bolsas de Nova York e a um aumento na busca por segurança, e passou a subir ante outras moedas fortes. Durante a maior parte do pregão, no entanto, a divisa americana operou em baixa, pressionada principalmente pelo euro, após a divulgação de um dado que aponta retomada econômica na Alemanha.

Perto do horário de fechamento das bolsas de Nova York, o dólar subia a 106,56 ienes, o euro recuava a US$ 1,1729 e a libra registrava baixa a 1,3044. O índice DXY, que mede a variação da moeda americana contra seis divisas fortes, fechou em alta de 0,05%, a 93,628 pontos.

“O dólar está novamente sob pressão”, escreveram analistas do banco de investimento americano Brown Brothers Harriman (BBH) no começo do pregão, quando a divisa dos EUA recuava ante rivais, uma tendência que tem se acentuado nas últimas semanas. No entanto, no final da tarde o movimento se inverteu, após um novo sinal de impasse nas negociações em Washington por um novo pacote fiscal levar a uma piora no mercado acionário, o que aumentou a busca por segurança.

Antes, o dólar era pressionado pela força do euro. A moeda única aumentou os ganhos após a divulgação do índice de expectativas econômicas da Alemanha, que subiu de 59,3 pontos em julho para 71,5 pontos em agosto, acima do esperado por analistas.

“O dólar continua perseguido pela narrativa de que outras nações estão navegando melhor na pandemia do coronavírus”, afirma o analista de mercado Joe Manimbo, do Western Union, ao explicar a tendência de baixa do dólar. Para o Julius Baer, os impasses por um novo pacote fiscal nos EUA também devem pesar na moeda. “O contraste na organização do apoio fiscal entre os EUA e a zona do euro é um obstáculo para o dólar”, dizem analistas do banco suíço.

Ante divisas emergentes e ligadas a commodities, o dólar operou sem direção única. No final da tarde em Nova York, a moeda dos EUA caía a 22,4560 pesos mexicanos e a 17,5141 rands sul-africanos, mas avançava a 73,0396 pesos argentinos.

Fonte: Read More

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