Conheça o WTM Finance! Solicite Fechamento de Câmbio de sua Empresa via WhatsApp

Dólar recua em linha com exterior, mas risco fiscal segue no radar

Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on skype
Share on email
Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on skype
Share on email

O dólar opera em baixa nesta terça-feira, 25, sintonizado com a desvalorização externa ante divisas fortes e emergentes e ligadas a commodities. Os principais catalisadores internacionais são os progressos vistos por EUA e China no acordo comercial assinado no começo do ano e a segunda estimativa do PIB da Alemanha no segundo trimestre melhor que o esperado por analistas.

No Brasil, o IPCA-15 de agosto veio em linha com a mediana (+0,23%) e dentro do intervalo das projeções do mercado (+0,05% a +0,37%), ficando em segundo plano no câmbio. Mas, os operadores seguem atentos ao desentendimento entre o presidente Jair Bolsonaro e a equipe econômica em relação ao valor sugerido para o Renda Brasil, de R$ 247, considerado baixo pelo mandatário do País.

Bolsonaro repetiu que o valor do benefício deve ficar em um “meio termo” entre R$ 200 e os R$ 600 já pagos a beneficiários em cinco parcelas. Empolgado com os efeitos do auxílio emergencial na sua popularidade, Bolsonaro vê no Renda Brasil uma oportunidade de reeleição.

Nesta terça-feira, o governo vai apresentar apenas o programa Casa Verde Amarela, uma reformulação do Minha Casa, Minha Vida, como um dos “projetos prioritários para a geração de empregos” e para a retomada da economia. Deve ser anunciada a redução dos juros cobrados nos financiamentos habitacionais, principalmente para as regiões Norte e Nordeste.

Às 9h28, o dólar à vista caía 0,20%, a R$ 5,5801. O dólar futuro para setembro recuava 0,54%, a R$ 5,5825.

Mais cedo, a Fundação Getulio Vargas (FGV) informou que o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) perdeu força em cinco das sete capitais pesquisadas na terceira quadrissemana de agosto. O indicador cheio desacelerou a 0,51%, de 0,52% na quadrissemana anterior. Mas, o Índice de Confiança do Comércio (Icom) subiu 10,5 pontos na passagem de julho para agosto, para 96,6 pontos, a quarta alta consecutiva. Em médias móveis trimestrais, o indicador teve crescimento de 9,7 pontos.

Dólar recua em linha com exterior, mas risco fiscal segue no radar
1

Fonte: Read More

Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on skype
Share on email

Fale com um Consultor

Quer ter acesso a materiais gratuitos?

Cadastre-se em nossa Newsletter:

  • Este campo é para fins de validação e não deve ser alterado.

Informe os dados abaixo para receber um diagnóstico sem compromisso direto em seu WhatsApp!

Ligamos pra você!

Informe seus dados de contato para receber a ligação de um dos nossos consultores nos próximos minutos.

  • Este campo é para fins de validação e não deve ser alterado.