Conheça o WTM Finance! Solicite Fechamento de Câmbio de sua Empresa via WhatsApp

Dólar tem quarta alta seguida e vai a R$ 5,58 com exterior negativo por covid

Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on skype
Share on email
Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on skype
Share on email

O dólar teve nesta quarta-feira, 23, o quarto dia consecutivo de alta no Brasil, acumulando no período valorização de 6,7%, saindo de R$ 5,23 no fechamento do dia 17 e terminando hoje em R$ 5,5869, a cotação mais elevada desde 26 de agosto. O que ditou a piora do câmbio hoje foi o exterior, com o dólar ganhando força de forma generalizada e registrando os níveis mais altos em dois meses ante alguns rivais fortes, como o euro, e subindo forte nos países emergentes. No México, avançou 3,2%. O real e o peso mexicano foram as duas moedas com pior desempenho hoje em uma lista de 34 divisas mais líquidas.

Crescentes dúvidas dos investidores sobre o ritmo de recuperação da economia mundial, em meio ao aumento de casos de coronavírus na Europa e indicadores mistos da atividade nos Estados Unidos provocaram novo dia de fuga de ativos de risco.

No final do dia, a divulgação de uma pesquisa mostrando rápida mutação do coronavírus nos Estados Unidos, tornando-o mais contagioso, ajudou a azedar ainda mais o humor dos investidores. As bolsas caíram forte, puxadas no final da tarde pelas ações do setor de tecnologia, e dólar e iene subiram. O risco Brasil, medido pelo Credit Default Swap (CDS) de cinco anos, derivativo de crédito que protege contra calotes na dívida soberana, deu um salto de 20 pontos, para 250 pontos, o maior nível desde final de junho.

“O número de casos de coronavírus na Europa continua a crescer rapidamente e é uma crescente ameaça à recuperação da economia”, alerta a economista da consultoria inglesa Capital Economics, Melanie Debono, que vê riscos de piora das projeções de crescimento da casa para a economia mundial.

Para o estrategista e sócio da TAG Investimentos, Dan Kawa, os indicadores mostram uma “acomodação” do crescimento mundial. “A segunda onda está aí”, destaca ele, ressaltando que a letalidade da covid agora é menor que na primeira onda e as medidas de isolamentos, mais brandas, mas certamente terão impacto negativo na atividade. Para ele, a incerteza sobre os rumos da atividade mundial deve durar de dois a quatro meses, o que pode deixar o mercado mais volátil neste período.

Em meio “ao mar de incertezas cada vez maior” na economia mundial sobre o ritmo de recuperação do Produto Interno Bruto (PIB), o analista de mercados do banco Western Union, Joe Manimbo, destaca que o dólar se fortaleceu e testou máximas ante várias moedas. Foi ao nível mais alto em dois meses ante o euro e a libra; ao patamar mais elevados em seis semanas ante o dólar canadense e desde agosto ante o dólar da Austrália e o da Nova Zelândia.

Fonte: br.investing.com

Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on skype
Share on email

Fale com um Consultor

Quer ter acesso a materiais gratuitos?

Cadastre-se em nossa Newsletter:

  • Este campo é para fins de validação e não deve ser alterado.

Informe os dados abaixo para receber um diagnóstico sem compromisso direto em seu WhatsApp!

Ligamos pra você!

Informe seus dados de contato para receber a ligação de um dos nossos consultores nos próximos minutos.

  • Este campo é para fins de validação e não deve ser alterado.