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Dólar vai à mínima em um mês com ânimo global sobre estímulos

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Por José de Castro

SÃO PAULO (Reuters) – O dólar sofreu a maior queda em seis semanas nesta terça-feira, com o real liderando os ganhos nos mercados globais de câmbio em dia de fraqueza generalizada da moeda norte-americana conforme investidores se apegaram a expectativas de mais estímulos em meio a esperanças sobre vacinas para o Covid-19.

A percepção de retomada da agenda de reformas no Brasil contribuiu para o rali da taxa de câmbio.

O dólar à vista (BRBY) caiu 2,44%, a 5,2115 reais na venda. É a maior desvalorização percentual diária desde 8 de junho (-2,66%) e o menor patamar para um fechamento desde 23 de junho (5,1531 reais).

A divisa operou em baixa durante toda a sessão. Na mínima, desceu a 5,1659 reais (-3,29%), enquanto na máxima marcou 5,3115 reais (-0,57%).

Na B3, o dólar futuro (DOLc1) recuava 2,43%, a 5,2105 reais, às 17h04.

A terça-feira foi marcada pela queda generalizada do dólar, com a divisa perdendo ante todos os seus principais pares.

Depois do real, peso chileno (+1,8%), dólar australiano (+1,6%) e outras divisas ligadas a commodities encabeçavam os ganhos, junto com moedas europeias, com o euro (EUR=) superando 1,15 dólar e indo a máximas em um ano e meio após líderes europeus aprovarem um histórico fundo de recuperação de 750 bilhões de euros.

O índice do dólar frente a uma cesta com seis divisas (=USD) cedia 0,6%, nas mínimas desde o começo de março.

“O global está ditando o movimento do dólar aqui”, disse Roberto Motta, chefe da mesa de futuros da Genial Investimentos.

“Existe um movimento estrutural de enfraquecimento do dólar, que é bom para commodities, o que por sua vez é bom para emergentes”, afirmou, acrescentando que o real teve impulso extra por estar mais desvalorizado que outras moedas e por operações lideradas por fundos quantitativos –baseados em algoritmos.

Um índice de commodities (TRCCRB) subia 1,3% nesta terça, para patamares próximos aos vistos em meados de março.

O real sobe 2,47% em julho, mas ainda cai 23,00% no ano, o que faz da divisa brasileira a de pior desempenho entre os principais rivais do dólar.

Operadores comentaram que a queda do dólar ante o real nesta terça ocorreu na esteira de fluxo estrangeiro. Desmonte de “hedge” no câmbio para posições em outros mercados também foi citado, o que ajudaria a explicar a queda de 0,18% do Ibovespa (segundo dados preliminares) e a alta dos juros DI <0#DIJ:>, apesar do otimismo geral.

Álvaro Marangoni, sócio na Quadrante Investimentos, destacou o noticiário sobre retomada da agenda de reformas no Brasil, fator que atrai atenção de estrangeiros.

O governo encaminhou ao Congresso nesta terça-feira sua aguardada proposta de reforma tributária. Após a entrega do texto aos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o ministro da Economia, Paulo Guedes, ressaltou que o projeto de lei representa apenas a parte inicial do plano do governo.

“A expectativa do mercado é que o processo de reformas siga intacto, como telegrafado recentemente por Guedes e Maia, e isso coloca o Brasil de novo no radar dos fluxos”, disse Marangoni, para quem o desempenho do real à frente está relacionado à evolução das reformas e a números sobre a atividade econômica.

“Com as reformas andando o real até pode apreciar mais, mas pelos fundamentos de hoje eu diria que uma taxa próxima à atual estaria perto do equilíbrio”, ponderou.

Um dos pontos mais comentados por analistas de mercado e que segundo os quais afasta fluxo ao país é a percepção de volatilidade no câmbio. A volatilidade implícita em opções de dólar/real –uma medida de incerteza sobre a taxa cambial– caiu nesta terça-feira a mínimas em pelo menos um mês, mas segue acima das observadas nos principais pares do real.

Fonte: Read More

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