Conheça o WTM Finance! Solicite Fechamento de Câmbio de sua Empresa via WhatsApp

Exterior respalda ajuste e dólar tem maior alta em um mês

Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on skype
Share on email
Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on skype
Share on email

Por José de Castro

SÃO PAULO (Reuters) – O dólar teve firme alta ante o real nesta quinta-feira, devolvendo parte das quedas das últimas três sessões, em um clássico dia de aversão a risco nos mercados externos por receios sobre o ritmo de recuperação dos Estados Unidos em meio a temores de efeitos econômicos de tensões EUA-China.

O dólar à vista subiu 1,96%, a 5,2145 reais na venda, maior alta diária desde 26 de junho (+2,58%).

A moeda oscilou em alta durante todo o pregão. Na máxima, foi a 5,2235, ganho de 2,14%, e na mínima marcou 5,12 reais, leve valorização de 0,11%.

Na B3, o dólar futuro (DOLc1) avançava 1,95%, a 5,2210, às 17h19.

O salto do dólar spot nesta quinta mais do que apagou a queda de 1,87% da véspera e quebrou uma sequência de três baixas, na qual a cotação acumulou perda de 4,98%.

No que tem sido padrão, o real mais uma vez teve a maior oscilação entre as principais moedas, desta vez para o lado negativo. A lista de maiores quedas globais na sessão continuava com rand sul-africano (-1%), peso colombiano e coroa norueguesa (ambos -0,9%), peso mexicano (-0,6%) e dólar australiano (-0,5%).

Todas essas divisas, assim como real, têm estreita correlação com os preços das matérias-primas, que caíam 0,3% nesta sessão, em meio a receios sobre o ritmo de recuperação econômica nos EUA.

Compondo o panorama de aversão a risco, o Ibovespa (BVSP) fechou em queda de quase 2%, o índice S&P 500 (SPX) da Bolsa de Nova York recuou 1,2% (ambos segundo dados preliminares). Diante da busca por ativos seguros, o ouro disparou para perto de máximas históricas, e os preços do título soberano norte-americano com vencimento em dez anos (US10YT=RR) (considerado o ativo mais seguro do mundo) subiam, com consequente queda nos rendimentos.

O mercado recebeu mal os mais recentes dados de auxílio-desemprego nos EUA, que mostraram elevação ante a semana anterior, “em um dos mais claros sinais de que a recuperação da economia dos EUA está estagnando”, disseram analistas do Wells Fargo.

Investidores correram para outras moedas fortes, o que empurrou o euro (EUR) para além de 1,16 dólar e fez o iene ser cotado abaixo de 107 por dólar.

Mas esse quadro de dólar fraco é limitado a comparações com outras divisas de reserva. Moedas de risco, caso do real, tendem a sofrer com dúvidas sobre a força da economia norte-americana, já que um enfraquecimento nos EUA poderia pressionar a atividade no mundo e afetar demanda por commodities, por exemplo.

Nesse cenário, o Bank of America segue vendo dólar a 5,20 reais ao fim de setembro e de 5,40 reais ao término de 2020.

“O potencial de uma possível vacina para o Covid-19 no curto prazo, juntamente com as próximas eleições nos EUA, são os principais eventos de risco previstos”, disseram profissionais do BofA sobre fatores com chance de impactar o dólar nos próximos meses.

Fonte: Read More

Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on skype
Share on email

Fale com um Consultor

Quer ter acesso a materiais gratuitos?

Cadastre-se em nossa Newsletter:

  • Este campo é para fins de validação e não deve ser alterado.

Informe os dados abaixo para receber um diagnóstico sem compromisso direto em seu WhatsApp!

Ligamos pra você!

Informe seus dados de contato para receber a ligação de um dos nossos consultores nos próximos minutos.

  • Este campo é para fins de validação e não deve ser alterado.