Conheça o WTM Finance! Solicite Fechamento de Câmbio de sua Empresa via WhatsApp

Ruídos políticos voltam a afetar câmbio e dólar vai a R$ 5,28

Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on skype
Share on email
Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on skype
Share on email

O noticiário político voltou a influenciar o mercado de câmbio nesta terça-feira, após um período de certa calmaria em Brasília. A nova polêmica entre Jair Bolsonaro e a equipe econômica em torno do programa Renda Brasil, nesta terça-feira descartado de vez pelo presidente, fez o dólar encostar em R$ 5,30. O ministro da Economia, Paulo Guedes, conseguiu acalmar as mesas de operação em seguida, e o dólar passou parte da tarde operando perto da estabilidade, mas a cautela com a deteriorada situação fiscal do Brasil permanece.

No aguardo dos desdobramentos da discussões sobre as contas ficais brasileiras e das reuniões de política monetária do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central e do Federal Reserve (Fed, o BC dos Estados Unidos), na quarta-feira, 16, a moeda americana terminou em alta de 0,26% no mercado à vista, cotada em R$ 5,2890, distante da mínima do dia, registrada na parte da manhã, antes de vídeo postado por Bolsonaro, que foi de R$ 5,22, com o real acompanhando os demais emergentes após bons indicadores da atividade econômica chinesa.

O dólar acelerou o ritmo de valorização quando Bolsonaro prometeu no vídeo dar um “cartão vermelho” a quem sugere congelar aposentadorias. Em seguida, Paulo Guedes, tentou minimizar os ruídos, afirmando que o cartão não era para ele, além de ressaltar que as reformas estão avançando, a economia se recuperando e que ele estava presente na gravação do vídeo. No mercado futuro, o dólar para outubro subia 0,22% às 17 horas, cotado em R$ 5,2845.

“Uma das maiores preocupações com o Brasil é a consolidação fiscal em 2021, principalmente após a grande disparada de gastos fiscais deste ano”, avalia o economista para América Latina em Nova York do banco Natixis, Benito Berber.

Ele observa que o trabalho de Guedes para ajustar as contas públicas é cada vez mais difícil e por isso sempre aparecem dúvidas sobre sua permanência no cargo. Berber ressalta que para conseguir controlar a situação fiscal ruim, Guedes vai ter que controlar o aumento de gastos e tentar cortar despesas. O economista projeta o dólar pressionado no Brasil pela frente, em meio às preocupações fiscais, ficando na casa dos R$ 5,40 pelos próximos 6 meses e em R$ 5,20 daqui a 9 meses.

Além da questão fiscal, a grande expectativa é para as reuniões de política monetária da quarta-feira. A mais aguardada é a do Fed. A diretora de moedas da gestora BK Asset Management, Kathy Lien, diz que o dólar pode se enfraquecer no mercado internacional na quarta, e os investidores estão se posicionando para este movimento, na expectativa por uma postura dovish dos dirigentes, ou seja, compromisso de manter os juros perto de zero e os estímulos monetários adicionais por mais tempo.

Além do Fed e do BC brasileiro, o Banco do Japão também fazem reuniões de política monetária. Para a reunião do Copom, o consenso é de manutenção dos juros, em meio à melhora da atividade, do aumento dos riscos fiscais e do aumento dos preços dos alimentos, ressaltam os economistas do JPMorgan, que esperam manutenção da Selic em 2% ao menos até o final de 2021.

Fonte: Read More

Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on skype
Share on email

Fale com um Consultor

Quer ter acesso a materiais gratuitos?

Cadastre-se em nossa Newsletter:

  • Este campo é para fins de validação e não deve ser alterado.

Informe os dados abaixo para receber um diagnóstico sem compromisso direto em seu WhatsApp!

Ligamos pra você!

Informe seus dados de contato para receber a ligação de um dos nossos consultores nos próximos minutos.

  • Este campo é para fins de validação e não deve ser alterado.