Conheça o WTM Finance! Solicite Fechamento de Câmbio de sua Empresa via WhatsApp

Temor sobre risco fiscal segue, dólar descola do exterior e fecha a R$ 5,6150

Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on skype
Share on email
Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on skype
Share on email

O dólar escalou até a marca dos R$ 5,6340 durante a segunda etapa da sessão de negócios desta quarta-feira, 26, sendo impulsionado por renovadas apreensões em relação às perspectivas negativas sobre as contas públicas do País e a volta de rumores sobre a permanência do ministro da Economia, Paulo Guedes, no cargo – que acabaram sendo, mais uma vez, desmentidos. O movimento de alta foi descolado do desempenho do dólar no exterior, onde os pares do real mostravam perdas comedidas e, em alguns casos, até valorização ante a divisa americana.

Ao final da sessão, o dólar à vista fechou com alta de 1,59%, cotado a R$ 5,6150.

O dólar amanheceu em queda, ainda trazendo um pouco da realização vista na sessão da véspera. Mas ainda pela manhã inverteu a trajetória para a alta, diante de declarações do presidente Jair Bolsonaro, que criticou publicamente a proposta do Renda Brasil, apresentada a ele pela equipe econômica esta semana. Bolsonaro afirmou que o projeto está suspenso e que não vai “tirar (recursos) dos mais pobres” para abastecer o novo programa, apresentado como substituto do Bolsa Família.

Segundo o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) apurou, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse ao presidente que, para chegar ao benefício médio de R$ 300, como quer Bolsonaro, é preciso cortar deduções de saúde e educação do Imposto de Renda e até mesmo do abono salarial. Bolsonaro deu prazo até sexta-feira, 28, para que Guedes apresente uma nova proposta.

O estrategista-chefe da Infinity Asset, Otávio Aidar, lembra que têm havido divulgações de dados econômicos muito positivos, melhores do que esperado, mas, ainda assim, o medo com o desarranjo fiscal do País predomina nas decisões dos investidores. “Todo mundo no mercado sabe que o pessoal do Ministério da Economia é muito bom e sabe fazer conta. Sendo assim, se eles falam que não dá para chegar aonde o presidente quer, é porque não dá”, ressaltou.

Aidar chama a atenção para os riscos de sair da crise “com as torneiras abertas”. “A crise de 2008 deveria ser um exemplo do que não fazer, pois lá o governo brasileiro abriu a torneira e depois não conseguiu fechar”, afirma ele, indicando que, hoje, a relação dívida bruta/PIB do Brasil está em 84%, com sério risco de chegar a 100% do Produto Interno Bruto (PIB). Já emergentes como Índia estão com 70% e México, 54%.

Fonte: br.investing.com

Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on skype
Share on email

Fale com um Consultor

Quer ter acesso a materiais gratuitos?

Cadastre-se em nossa Newsletter:

  • Este campo é para fins de validação e não deve ser alterado.

Informe os dados abaixo para receber um diagnóstico sem compromisso direto em seu WhatsApp!

Ligamos pra você!

Informe seus dados de contato para receber a ligação de um dos nossos consultores nos próximos minutos.

  • Este campo é para fins de validação e não deve ser alterado.